Há tempos aprendi que algumas histórias não cabem na conversa. Precisam da página.Este blog nasce de um retorno. Depois de um longo hiato, volto à escrita com menos certezas e mais desejo de escutar aquilo que a vida insiste em sussurrar. Escrevo sobre as águas femininas: essas marés feitas de hormônios, afetos, perdas, descobertas e recomeços. E também sobre aquilo que não pertence apenas às mulheres: o que nos atravessa, nos transforma e, às vezes, nos salva. O TPM é quase uma metáfora. Representa esse lugar em que as emoções deixam de obedecer às convenções. Afinal, talvez todos tenhamos nossas TPMs: esses dias em que a vida transborda e nos obriga a encontrar outra linguagem. A minha sempre foi a escrita.
Sou Flávia Bernardi.
O resto, talvez, os textos contem melhor do que eu.
